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Instituto Pegaí promove “Viajando na Leitura” em Aeroporto
27/07/2017

Quem passou pelo Aeroporto Internacional de Curitiba – Afonso Pena – no dia 25 de julho, Dia do Escritor, encontrou diversas obras de literatura espalhadas pela área de embarque. Na capa do livro um adesivo já indicava o que fazer: “Leia-me e me esqueça por aí”. A ação “Viajando na Leitura” foi realizada pelo Instituto Pegaí Leitura Grátis, grupo Projetos de Leitura e Infraero.

Foram esquecidos no Aeroporto 500 exemplares de cinco títulos infanto-juvenis de autoria de Laé de Souza, escritor e coordenador do grupo Projetos de Leitura, e 250 livros da escritora Rô Mierling. ‘Contos e Crônicas do Absurdo’ teve a sua quarta edição lançada pelo Pegaí Leitura Grátis em comemoração aos quatro anos de atividades em Ponta Grossa.

“As crianças foram muito receptivas”, relatou o coordenador do Instituto Pegaí, Idomar Augusto Cerutti, contando que muitos adultos ficaram desconfiados com a disponibilização dos livros. Por isso, voluntários do Pegaí estiveram no local e entregaram as obras nas mãos dos leitores.

Além de levar leitura aos viajantes, a ação serviu para divulgar o Instituto Pegaí dentro do Aeroporto. A campanha “Liberte seu Livro” – lançada no mês de junho – conta com caixas de coleta no local para a doação de livros. “Estou agradecida de receber esses dois livros e com certeza irei ler, e também doar o meu próprio livro ‘Memórias Escrachadas’”, comentou a passageira, advogada e escritora Berenice Reis Lessa.

Berenice achou fantástica a proposta realizada em alusão ao Dia do Escritor. “A leitura é primordial e essencial na vida de qualquer pessoa em termos de educação. Sem livro não se educa”, avalia, completando que atitudes como essa deveriam se multiplicar.

Além da ação no Aeroporto Afonso Pena, o grupo Projetos de Leitura esqueceu 1.500 títulos no Aeroporto de Congoinhas (SP). Com a ação, o coordenador espera que as pessoas leiam e descubram o grande prazer que isso traz. “Acredito que a única forma de incentivar o hábito da leitura é permitir que o leitor tenha um contato mais íntimo com o livro”, explica. Para Laé, a proximidade com o livro, permite que o indivíduo desenvolva melhor a sua ortografia, imaginação, criatividade e a possibilidade de desfrutar de muitas histórias interessantes. “Faz muito bem à criança ter a leitura de um livro compartilhada com os seus pais. Sair para o trabalho, passeio ou voltar para casa e receber um livro pode criar curiosidade e despertar o interesse pela leitura e quem sabe criar o hábito de ler com os filhos. Por que não? ”, avalia.